Se você ainda está esperando pelo seu primeiro beijo aqui vão 15 dicas do que não fazer na hora de beijar.
Está insegura sobre seu beijo? Não se preocupe, pois a maioria das pessoas não sabe ao certo se beija bem.
Na verdade, um bom beijo depende muito do relacionamento e de quem está beijando. Mesmo assim, vale conferir essas 15 super dicas sobre “o que não fazer” na hora do beijo:
1. Não se apresse: deixe que o momento chegue. Quando um beijo não tem espontaneidade, pode ser que os dois fiquem pouco à vontade e o resultado seja um desastre.
2. Analise a outra pessoa: não comece a mexer a boca loucamente nos primeiros segundos. Faça movimentos suaves enquanto você descobre o estilo da outra pessoa.
3. Não force: os beijos nem sempre são apaixonados. Comece com calma e cuidado, para não assustar quem está te beijando.
4. Manere nas explorações: se a sua língua se move muito rápido, nem você e nem a outra pessoa vão desfrutar do beijo.
5. Controle a saliva: beijo molhado demais é péssimo. Controle direito o beijo e saiba a hora de parar um pouco… afinal, ninguém quer morrer afogado ao beijar, né?
6. Não se faça de morto: não deixe que a outra pessoa faça tudo também. É excelente ter iniciativa, claro que com bastante atenção aos desejos da outra pessoa.
7. Nada de beijos depois de comer: se for o caso, tenha sempre chicletes no bolso, pois não é nada agradável dar beijos com sabor de carne ou, pior, de cebola.
8. Deixe a cabeça quieta: não fique se mexendo demais. Você pode acabar “enjoando” ou acabar dando um baita golpe nos dentes da outra pessoa.
9. Nada de desânimo!: se os primeiros beijos não são muito bons, com a prática você vai melhorar.
10. Feche a boca!: não abra muito a boca. Os lábios dos dois devem estar juntos para não dar a sensação de se estar devorando a boca da outra pessoa.
11. Não ao aspirador!: os beijos estilo “aspirador de pó” são bastante desagradáveis e podem chegar a doer. Cuidado…
12. Atenção aos seus lábios: eles devem estar sempre úmidos e sem rachaduras… quanto mais suaves estiverem, melhores serão os beijos.
13. Meninas, nada de batons cremosos: a maioria dos homens detesta ficar com “cremes estranhos” na boca… e, pior ainda, marcas de batom.
14. Olha o bom senso!: nada de beijos superapaixonados em locais públicos… é de mal gosto.
15. Não mostre a língua: no começo do beijo, não coloque a língua pra fora da boca antes que os lábios tenham se tocado. A não ser que você queira deixá-la à mostra, pra todo mundo ver…
Fonte: Revista Luna/Redação Terra
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
entrevista com Robertti Pattinson!!
Quem não se encanta com ar de mistério do vampiro Edward Cullen, no filme
Crepúsculo – baseado no livro homônimo que virou best-seller. Quem deu seu corpo – e alma – para o personagem foi o ator Robert Pattinson, que também participou de Harry Potter e outros muitos filmes. A tt foi atrás desse gato e conseguiu uma entrevista exclusiva para você. Agora, se você notar certa semelhança dele com seu personagem, talvez não seja tanta coincidência assim; o moço é mesmo incrível e cheio de segredos...
tt: Você e a Kristen (Stewart, que faz a Bella) têm muita química. Você acha que dá pra cultivar esse tipo de coisa ou é um caso de ter isso ou não ter?
Robert: “De um certo modo, eu acho que é possível cultivar isso até uma certa medida. Você precisa estar muito comprometido pra isso, mas, definitivamente, desde o início, existia essa coisa com a Kristen e eu senti que estaria tudo certo. Por outro lado, se você se mantém um pouco no personagem o tempo inteiro, isso começa eventualmente a aparecer.”
tt: Então, isso quer dizer que você se manteve no personagem?
Robert: “Bem, algo assim. Eu quero dizer, eu não falava muito. Eu pensava que seria o melhor — oh, não, eu estou revelando meus segredos! (risos). Mas eu pensei que o melhor caminho pra fazer isso seria não dizer nada para o resto da equipe. Então, eu não conversava com nenhum membro da equipe sobre nada, apenas sobre o filme.”
tt: Como Edward, você parece ser um pouco fora do padrão — você se acha parecido com ele nesse sentido?
Robert: “Sim, eu acho que tento fazer o personagem mais parecido com isso, porque eu percebi que ele é descrito como ‘certinho’ sob vários aspectos no livro e eu não via como interpretar aquilo de uma forma que fosse atraente para as pessoas que não tinham lido o livro.”
tt: De que forma você acha que Edward é “certinho”?
Robert: “Ele é formal e à moda antiga. Isso funciona no livro porque você pode ouvir tudo dos pensamentos da Bella, mas se você ficar puramente nessa imagem de base, se você permanecer exatamente como no livro o tempo todo, então isso não funcionaria. Eu tentei fazer com que ele ficasse um pouco mais imprevisível.”
tt: Por que você acha que o livro criou todo esse fenômeno?
Robert: “Eu acho que é um pouco de várias coisas diferentes. Quando eu li pela primeira vez o livro nem era tão ‘febre’, eu li e pensei que era meio estranho... Parecia que a autora pensava que ela era a Bella, pois existem tantas coisas sobre Edward que são tão específicas. Então, de várias formas você se sente bem voyeur [lê-se "voaiêr"; palavra francesa que designa alguém que gosta de observar, de ficar por trás dos panos] e isso foi uma das coisas esquisitas que me desanimou um pouco, pra ser honesto, mas, quando eu comecei a trabalhar no papel, foi o que eu mais gostei sobre o livro.”
tt: Várias garotas sentem que não se encaixam em lugar nenhum. Você acha que o fato de Edward e Bella serem meio “estranhos no ninho” foi o que mais atraiu os leitores e telespectadores?
Robert: “Sim, definitivamente. Era o que eu achava que a história dizia... É sobre ‘estranhos no ninho’ e o que os fazem interessantes, particularmente Bella, porque ela não é uma ‘estranha’ óbvia. Ela é muito agradável. Todo mundo gosta dela, mas em sua própria cabeça, ela está sempre pensando: ‘Estou perdendo alguma coisa. Eu não consigo me conectar a este mundo’. É quase como se ela não tivesse conhecido Edward e tivesse vivido uns 108 anos, ela terminaria do mesmo jeito que ele. Ela pensaria que não deveria estar aqui. ‘Eu deveria ser alguma coisa mais’ e é o tipo de semelhança entre eles, eu acho.”
tt: Atuar é algo que você foi obrigado a fazer ou é uma escolha?
Robert: “Eu não curto realmente o processo de atuar. Eu gosto de tentar criar algo, eu gosto de tentar fazer algo mais. Eu tento e construo um personagem a fim de que ele seja memorável e esta é a razão pela qual ele está sendo filmado. Todos os trabalhos que fiz têm misturado um pouco da minha própria vida e, ao mesmo tempo, tento me colocar dentro do filme. Cada período da minha vida em que eu fiz um filme, eu fui uma pessoa diferente. Eu tive amigos diferentes e um estilo de vida completamente distinto.”
Divulgação/Paris Filmes
Foto: Divulgação/Paris Filmes
Crepúsculo – baseado no livro homônimo que virou best-seller. Quem deu seu corpo – e alma – para o personagem foi o ator Robert Pattinson, que também participou de Harry Potter e outros muitos filmes. A tt foi atrás desse gato e conseguiu uma entrevista exclusiva para você. Agora, se você notar certa semelhança dele com seu personagem, talvez não seja tanta coincidência assim; o moço é mesmo incrível e cheio de segredos...
tt: Você e a Kristen (Stewart, que faz a Bella) têm muita química. Você acha que dá pra cultivar esse tipo de coisa ou é um caso de ter isso ou não ter?
Robert: “De um certo modo, eu acho que é possível cultivar isso até uma certa medida. Você precisa estar muito comprometido pra isso, mas, definitivamente, desde o início, existia essa coisa com a Kristen e eu senti que estaria tudo certo. Por outro lado, se você se mantém um pouco no personagem o tempo inteiro, isso começa eventualmente a aparecer.”
tt: Então, isso quer dizer que você se manteve no personagem?
Robert: “Bem, algo assim. Eu quero dizer, eu não falava muito. Eu pensava que seria o melhor — oh, não, eu estou revelando meus segredos! (risos). Mas eu pensei que o melhor caminho pra fazer isso seria não dizer nada para o resto da equipe. Então, eu não conversava com nenhum membro da equipe sobre nada, apenas sobre o filme.”
tt: Como Edward, você parece ser um pouco fora do padrão — você se acha parecido com ele nesse sentido?
Robert: “Sim, eu acho que tento fazer o personagem mais parecido com isso, porque eu percebi que ele é descrito como ‘certinho’ sob vários aspectos no livro e eu não via como interpretar aquilo de uma forma que fosse atraente para as pessoas que não tinham lido o livro.”
tt: De que forma você acha que Edward é “certinho”?
Robert: “Ele é formal e à moda antiga. Isso funciona no livro porque você pode ouvir tudo dos pensamentos da Bella, mas se você ficar puramente nessa imagem de base, se você permanecer exatamente como no livro o tempo todo, então isso não funcionaria. Eu tentei fazer com que ele ficasse um pouco mais imprevisível.”
tt: Por que você acha que o livro criou todo esse fenômeno?
Robert: “Eu acho que é um pouco de várias coisas diferentes. Quando eu li pela primeira vez o livro nem era tão ‘febre’, eu li e pensei que era meio estranho... Parecia que a autora pensava que ela era a Bella, pois existem tantas coisas sobre Edward que são tão específicas. Então, de várias formas você se sente bem voyeur [lê-se "voaiêr"; palavra francesa que designa alguém que gosta de observar, de ficar por trás dos panos] e isso foi uma das coisas esquisitas que me desanimou um pouco, pra ser honesto, mas, quando eu comecei a trabalhar no papel, foi o que eu mais gostei sobre o livro.”
tt: Várias garotas sentem que não se encaixam em lugar nenhum. Você acha que o fato de Edward e Bella serem meio “estranhos no ninho” foi o que mais atraiu os leitores e telespectadores?
Robert: “Sim, definitivamente. Era o que eu achava que a história dizia... É sobre ‘estranhos no ninho’ e o que os fazem interessantes, particularmente Bella, porque ela não é uma ‘estranha’ óbvia. Ela é muito agradável. Todo mundo gosta dela, mas em sua própria cabeça, ela está sempre pensando: ‘Estou perdendo alguma coisa. Eu não consigo me conectar a este mundo’. É quase como se ela não tivesse conhecido Edward e tivesse vivido uns 108 anos, ela terminaria do mesmo jeito que ele. Ela pensaria que não deveria estar aqui. ‘Eu deveria ser alguma coisa mais’ e é o tipo de semelhança entre eles, eu acho.”
tt: Atuar é algo que você foi obrigado a fazer ou é uma escolha?
Robert: “Eu não curto realmente o processo de atuar. Eu gosto de tentar criar algo, eu gosto de tentar fazer algo mais. Eu tento e construo um personagem a fim de que ele seja memorável e esta é a razão pela qual ele está sendo filmado. Todos os trabalhos que fiz têm misturado um pouco da minha própria vida e, ao mesmo tempo, tento me colocar dentro do filme. Cada período da minha vida em que eu fiz um filme, eu fui uma pessoa diferente. Eu tive amigos diferentes e um estilo de vida completamente distinto.”
Divulgação/Paris Filmes
Foto: Divulgação/Paris Filmes
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